O cumprimento de mandados de busca e apreensão contra o governador do Rio, Wilson Witzel (PSC), foi comemorado no Palácio do Planalto. Na Presidência, a operação é vista como uma resposta a Witzel em duas frentes. A primeira delas reforça o discurso de Bolsonaro de que governadores fazem o uso político do coronavírus e promovem o “pânico” com medidas de isolamento, que ele rechaça. A busca em endereços ligados ao governador, que teve celulares e computadores apreendidos, também é encarada como uma resposta no âmbito policial.
Bolsonaro acusa Witzel de manipular investigações do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes para implicá-lo. O presidente também atribui ao governador fluminense vazamento de informações do processo para atingi-lo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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