Marília

Falta de lei municipal emperra Parque Tecnológico

Um dos requisitos para que Marília conquiste o credenciamento temporário do sonhado Parque Tecnológico é a aprovação de uma Lei Municipal de Incentivo à Inovação.

A lei é mais uma das inúmeras etapas que a cidade precisa passar para a definição da coquista.

Em janeiro, o Comciti (Conselho Municipal de Ciência Tecnologia e Inovação) enviou uma minuta ao Executivo para basear o projeto de lei que deve ser enviado para a Câmara. O conselho aguarda desde então.

O Parque Tecnológico é uma concentração de empresas, instituições de ensino, incubadoras de negócios, centros de pesquisas e laboratórios que criam na cidade ambiente favorável à inovação tecnológica e polo de atração para novas empresas na cidade. Redução de impostos e outras vantagens surgem neste pacote.

Em abril deste ano, o presidente da Asserti (Associação de Empresas de Serviços de Tecnologia da Informação) Elvis Fusco, declarou que 70% das etapas já foram cumpridas para a instalação do Parque Tecnológico no município.

Em 2012 ofício foi protocolado com intenção de criação do Parque Tecnológico de Marília na Secretária de Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo.

A proposta partiu da Asserti em parceria com Univem (Centro Universitário Eurípides de Marília), Prefeitura, Sebrae, e empresas do ramo.

Desde então, vários passos importantes já foram dados na concretização do projeto. Em novembro de 2016, o Estado de São Paulo reconheceu oficialmente Marília como polo de TI (Tecnologia da Informação) com credenciamento do Arranjo Produtivo Local de TI.

A cobrança para que o Executivo apresente logo o projeto de Lei de Incentivo à Inovação, exigido para a concretização do Parque Tecnológico, parte inclusive de sua base de governo na Câmara, como do vereador José Luiz Queiroz (PSDB) em requerimento cadastrado.

Outro lado

A Prefeitura Municipal de Marília informou que “o projeto está em tramitação interna para posteriormente ser enviado a Câmara Municipal de Marília”.

Não foi dado nenhum prazo nem maiores explicações por parte do poder público.

Leonardo Moreno

Leonardo Moreno é jornalista e atualmente cursa Ciências Sociais. Vê o jornalismo de dados como uma importante ferramenta para contar histórias, analisar a sociedade e investigar o poder público e seus agentes.

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