As declarações foram feitas no cemitério militar de Fogliano Redipuglia, no norte da Itália. O papa esteve no local para lembrar os mortos da Primeira Guerra Mundial, iniciada há 100 anos.
“Hoje, depois do segundo fracasso de uma guerra mundial, podemos falar de uma guerra combatida por partes, com crimes, massacres e destruições”, disse o papa.
No local, a poucos quilômetros da fronteira com a Áustria e a Eslovênia, estão sepultados 14.550 soldados aliados, dos quais apenas 2.550 estão identificados.
O papa Francisco chegou ao cemitério pela porta principal, onde rezou em frente ao monumento em homenagem aos mortos na Primeira Guerra Mundial. Em seguida, depositou flores para recordar a data.
Apesar da chuva, o papa parou na saída para falar rapidamente com um grupo de crianças. O pontífice ainda rezará uma missa, que terá a presença dos cardeais de Viena, Christoph Schönborn, e de Zagreb (capital da Croácia), Josip Bozanic, além de bispos da Eslovênia, Áustria, Hungria e Croácia.
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