Pronto Atendimento da zona Sul passou por vistoria na última semana (Foto: Divulgação)
O Pronto Atendimento (PA) da zona Sul passou por vistoria realizada na última semana pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCESP). A estrutura foi considerada regular e satisfatória em fiscalização promovida no último dia 25 de junho.
Conforme o relatório disponibilizado a pedido do Marília Notícia, os dados revelam que os atendimentos são organizados e feitos com cordialidade.
A média de tempo entre a chegada do usuário até ele ser atendido na recepção é de dois minutos. O tempo de espera para receber atendimento médico é de 15 minutos até duas horas, de acordo com as amostras. Os estoques de remédios estavam armazenados em segurança. Os banheiros contam com acessibilidade, mas o hospital não tem piso tátil.
Um dos usuários entrevistados apontou o que deve ser melhorado na unidade médica. “Melhorar os sanitários, falta papel higiênico, papel toalha e sabonete”, disse. Ele também reportou falta de lixeiras nos corredores de espera das salas de consulta.
Em relação a equipe médica escalada naquele plantão, todos os profissionais (médicos e enfermeiros) estavam presentes durante a vistoria, que durou cerca de cinco horas. Nenhum médico realizava plantão à distância e o controle é feito através da biometria e cartão de ponto.
Na questão do lixo e resíduos hospitalares produzidos na unidade, o descarte é feito através de uma empresa terceirizada e não foi constatada nenhuma irregularidade.
Fiscalização estadual
O TCE-SP realizou fiscalizações em 300 unidades de saúde localizadas no interior, no litoral e na Capital do Estado. A ação teve como principal objetivo verificar as condições dos serviços oferecidos à população nos Hospitais Municipais, nas Unidades Básicas de Saúde (UBS’s), nas Unidades de Pronto Atendimento (UPA’s) e nos Prontos-Socorros no território paulista.
Os Agentes da Fiscalização do TCE checaram itens como a situação dos almoxarifados e estoques de medicamentos, as condições dos aparelhos, equipamentos e salas, a presença efetiva de médicos e servidores, os itens de segurança, a atuação de empresas terceirizadas ou administradas por Organizações Sociais de Saúde (OSS’s), a estrutura física do local – como acessibilidade, limpeza, conforto e sinalização –, bem como a qualidade do atendimento e o grau de satisfação dos usuários, entres outros quesitos.
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