Por volta das 10h, o Ministério Público do Trabalho junto com a Coordenadoria Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo e a Polícia Rodoviária Federal conseguiram deflagrar a Operação.
Em uma das carvoarias fiscalizadas, foram constatadas diversas irregularidades: trabalhadores não tinham carteira assinada e ainda eram obrigados a fazer as necessidades fisiológicas no meio do mato, pois não havia banheiros no local. A ausência de refeitórios e também de equipamentos de proteção para os funcionários também foram agravantes. Os colaboradores trabalhavam com chinelos, aumentando o risco de acidentes.
O dono da carvoaria W.F.A foi encaminhado para a Polícia Federal de Marília, onde prestou depoimento e assumiu as irregularidades que configuraram o trabalho escravo. Além de ser autuado, ele foi preso em flagrante e encaminhado para a Penitenciária de Marília. A pena prevista para esse tipo de crime pode variar de 2 até oito anos de reclusão. O valor da multa não foi divulgado.
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