Regional

Civil faz ação e mira bando que atua na região

A Polícia Civil realiza operação, nesta terça-feira (26), contra uma quadrilha especializada em roubos em lojas de departamento e tráfico de drogas no interior de São Paulo.

A ação, intitulada “Operação Piloto”, teve início às 5h e cumpre mandados no interior da comunidade Heliópolis, na zona Sul da capital.

A operação é coordenada pela Polícia Civil de Tupã (distante 75 quilômetros de Marília), do Deinter-4, com apoio da Divisão de Capturas do Grupo Especial de Reação (GER) e do Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (Garra), pertencentes ao Departamento de Operações Policiais Estratégicas (Dope).

De acordo com a Polícia Civil, a quadrilha começou especializada em assaltos de lojas principalmente de celulares no interior paulista, depois transitaram também para o ramo de tráfico de drogas pelo alto poder lucrativo do setor.

Estão sendo cumpridos pelo menos sete mandados de prisão e outros dez de busca e apreensão. Cerca de 90 policiais, sendo pelo menos 50 deles do interior do Estado, participam da ação.

A operação também conta com aproximadamente 40 viaturas, um veículo blindado do Grupo Especial de Reação (GER), além do helicóptero Pelicano do Serviço Aerotático (SAT).

Os materiais apreendidos e os presos serão encaminhados para a Divisão de Capturas, na sede da Polícia Civil.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública, policiais da Divisão de Capturas do Dope prestam apoio à Seccional de Tupã na Operação Piloto.

A Polícia Civil da regional informou que os mandados estão sendo cumpridos por policiais da cidade porque, em fevereiro de 2019, a quadrilha fez um furto nas Casas Bahia do município.

A polícia de Tupã iniciou a investigação e descobriu uma organização criminosa. Ainda de acordo com a instituição, os integrantes furtaram estabelecimentos em outras cidades, como Marília, Lins, Araçatuba, Ourinhos, Andradina, Bauru, e Birigui.

Até o início da tarde desta terça (26), cinco prisões tinham sido feitas. Conforme a polícia, os criminosos usavam algumas ferramentas para acessar as lojas.

Os alvos deles eram equipamentos eletrônicos como celulares e computadores, pois são mais fáceis de vender.

Daniela Casale

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