A Operação Anemia da Polícia Federal, que realizou buscas na cidade de Tupã nesta quinta-feira (6), apura ligações entre o líder contrabandista – alvo das investigações – e antigos sócios na cidade. Nenhuma prisão foi realizada na cidade.
Os mandados foram expedidos pela 9ª Vara Federal de Curitiba/PR, sendo sete de prisões preventivas. Cinco pessoas foram presas em Londrina, no norte do Paraná, e uma no Rio de Janeiro. O último não foi preso porque, segundo a polícia, está fora do Brasil.
Os nomes dos suspeitos não foram divulgados. Outros 53 mandados de busca – incluindo os de Tupã – foram cumpridos pelos policiais federais, inclusive com atuação de equipe de Marília.
A reportagem do Marília Notícia apurou uma empresa da cidade foi um dos alvos, inclusive com objetos apreendidos pela polícia. O negócio gira em torno da venda de produtos eletrônicos por e-commerce e multiplataformas, com farta produção de vídeos e uso das redes sociais.
A empresa atua como representante de marcas famosas, incluindo produtos nacionais. Não teria ligação, porém, com os “cabeças do esquema”. Fonte do MN revelou que a suspeita teria origem em uma antiga sociedade entre o principal investigado e uma pessoa da família dos atuais empreendedores.
Fotos dos agentes em uma loja física e sede da empresa circularam nas redes sociais, com informações sobre prisões. “Não procede. Estas ligações [de sociedade] são muito antigas e foram com empresa de Tupã já encerrada. Nada a ver com o novo negócio”, afirmou a fonte ao site.
ESQUEMA
De acordo com a Polícia Federal, o grupo criminoso atuava também por meio de recursos virtuais ou criptomoedas, enviando valores para contas no exterior.
Conforme a organização criminosa se desenvolveu, os investigados passaram a adquirir produtos eletrônicos diretamente de fornecedores nos Estados Unidos, China e Hong Kong e contratar as remessas para o Paraguai, de onde eram inseridos em território nacional.
“O pagamento dos produtos era realizado por meio de uma complexa rede de empresas nacionais e no exterior [offshore] que, mediante utilização de criptomoedas, efetivariam a evasão de divisas e consequentemente a lavagem do dinheiro”, afirmou a PF.
AGENTES PÚBLICOS
A PF afirmou, também, que a organização criminosa atuava com apoio de uma rede de colaboradores de agentes públicos ativos e inativos, principalmente agentes da segurança pública.
A Polícia Federal afirmou que “medidas estão sendo cumpridas com apoio das corregedorias da Polícia Civil, da Polícia Militar e da Polícia Penal” do Paraná.
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