Em sessão camarária realizada ontem (23), a Câmara de Marília rejeitou o projeto de iniciativa popular provocado pela ONG Matra (Marília Transparente), limitando em 13 o número de vereadores.
Votaram a favor do projeto apenas os vereadores de oposição Cícero do Ceasa (PT), Mário Coraíni Júnior (PTB) e Wilson Damasceno (PSDB). A matéria estava parada na Câmara há três anos. Na época, o então presidente do Legislativo, Yoshio Takaoka, se recusou a receber o projeto por meio da comissão formada pela Matra
Para conseguir propor o projeto, a entidade recolheu 14.115 assinaturas dos cidadãos e contou com o apoio da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo), Acim (Associação Comercial e Industrial de Marília), Força Sindical, Maçonaria, Diocese de Marília e associações de moradores de toda a cidade.
Com a reprovação do Projeto de Lei de iniciativa popular, o número de vereadores poderá aumentar. Os vereadores da base governista dizem que não pretendem subir para 21 os eleitos, mas também não explicaram o motivo de terem rejeitado o projeto.
O projeto ainda volta para segunda discussão dentro dos prazos legais previstos.
Com informações da Matra
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