Entre janeiro e março desse ano, o número de pessoas que foram negativadas e perderam acesso ao crédito em Marília, aumentou 32,10% na comparação com o mesmo período do ano passado. Os dados foram divulgados pela Associação Comercial e Industrial de Marília (Acim) a pedido do Marília Notícia.
Com informações completas, incluindo pessoas físicas e jurídicas, os cadastros do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC) representam um dos termômetros sobre a capacidade de consumo dos cidadãos e empresas.
No primeiro trimestre desse ano foram negativados 3.819 consumidores. No mesmo período de 2020, com 80 dias de ‘normalidade’ e 10 dias sob decreto de situação de emergência sanitária, 2.891 pessoas perderam acesso ao crédito na cidade.
De acordo com o levantamento da Acim, também caiu o número de CPFs regularizados no banco de dados do SCPC. De janeiro a março do ano passado, 2.484 consumidores conseguiram normalizar as finanças para voltar a gastar. Neste ano, no entanto, 2.129 tiveram sua situação cadastral restabelecida (-14%).
CONSULTAS
O indicador de consultas ao banco de dados – procedimento que acontece para aprovação de crédito – consegue aferir o apetite dos compradores que optam por pagar a prazo. Por isso, a evolução é observada pelos analistas.
O relatório divulgado pela Acim dá uma ideia do tamanho do tombo econômico. No ano passado, com a economia brasileira acenando para a recuperação no primeiro trimestre do ano, foram feitas 40.573 consultas pelos empresários. Já neste ano, com o abre e fecha da pandemia – em meio ao avanço da doença e mortes – as empresas de Marília acionaram o SCPC apenas 23.493 vezes (queda de 42,10%).
Com menos clientes, as empresas também compraram menos. A consulta por CNPJs no serviço de proteção ao crédito, por exemplo, caiu de 9.247 no ano passado para 8.012 em 2021, considerando o período de janeiro a março.
PARALISIA
Com a economia quase estacionada – o que na prática, significa perdas – a dívida ativa cadastrada junto ao SCPC em Marília não apresentou variação relevante. O comércio tem para receber R$ 15,8 milhões, referentes a débitos acumulados dos últimos cinco anos.
Em números absolutos, os devedores passaram de 31.909 em 31 de dezembro de 2020 para 32.054 no final de março. O valor médio da pendência em cada CPF é de R$ 493.
Em março, os mais jovens responderam pela maior parte dos negativados. Das 783 pessoas incluídas na lista de ‘maus pagadores’, 305 têm entre 18 e 29 anos.
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