Segundo o dirigente local, muitos comerciantes estão recebendo cobranças bancárias em nome de instituições financeiras conhecidas, e de assuntos envolvendo o comerciante, como cobrança de cartão de crédito e outros produtos com pagamento através de boleto com código de barras.
“A maquiagem é muito bem feita e muitas vezes percebe-se apenas depois de ter sido vítima”, comentou o dirigente, que diz que vem crescendo com o número de reclamações. O golpe consiste em enviar ao comerciante uma fatura falsa, por exemplo, do cartão de crédito. No documento constam nome e dados pessoais da vítima, bem como um extrato falso semelhante ao original, com o nome e dados da empresa credora, porém, os números do código de barra são falsos, ou seja, a vítima efetua o pagamento pensando estar quitando uma fatura eletronicamente e na verdade está repassando o valor para o golpista.
Uma vez feita a transferência ou pagamento, não se recupera o dinheiro novamente. “É mais uma prática nociva ao comerciante que é envolvido nesta pressão financeira, e por descuido, acaba caindo no golpe”, comentou José Augusto Gomes ao acrescentar que somente é descoberto a fraude, quando o débito permanece e ao comprovar o pagamento descobre-se que a cobrança era falsa.
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