A nova tarifa de R$ 5,75 do transporte coletivo de Marília começou a ser cobrada nesta quinta-feira (2) e as empresas da cidade que oferecem vale-transporte aos funcionários já precisaram fazer o reajuste.
O novo preço da passagem de ônibus foi determinado pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP), que extinguiu a ação popular impetrada pelo deputado estadual Vinicius Camarinha (PSDB) e seu pai, ex-prefeito Abelardo Camarinha (Podemos).
O relator da decisão, o desembargador Renato Delbianco, deu provimento ao agravo de instrumento (recurso) movido pela empresa de transporte coletivo Grande Marília.
O parlamentar já se posicionou nas redes sociais e informou que vai recorrer da decisão. Enquanto isso, segue em vigor o valor da tarifa com a correção.
EMPRESAS
Segundo a empresária Natália Lima, que atua no ramo de limpeza, o impacto financeiro é grande, principalmente para as diaristas que prestam serviço.
“Elas recebem pelo dia trabalhado e necessitam de ônibus para chegar até o endereço do cliente. Pesa no bolso. Fico indignada porque os ônibus do transporte coletivo não oferecem conforto, estão sempre superlotados em horários de pico. Nos feriados e fins de semana, têm poucos itinerários, o que provoca atrasos no nosso serviço”, comenta.
A empresa de Natália terá um aumento de R$ 60 por mês para cada funcionário de carteira assinada. “Reajustei o vale-transporte delas porque é um aumento de R$ 1,25 para ida ao trabalho e mais R$ 1,25 para volta. Total é de R$ 2,50 de aumento por dia na passagem, dentro do cálculo de 24 dias trabalhados no mês (R$ 60 por pessoa)”, explica.
Natália ainda citou o exemplo do bairro Novo Horizonte, na zona leste. “É uma região afastada do centro e possui vários condomínios residenciais. São poucos horários de ônibus para este bairro e as diaristas costumam prestar serviço para clientes desta região com frequência. Elas acabam chegando com atraso para a limpeza”, reclama.
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