Existem muitas maneiras criativas do mundo acabar. Ou pelo menos da humanidade ser extinta. O grande número de filmes e livros com esse tipo de temática não nos deixam mentir.
Pois bem, o mais novo fenômeno do apocalipse que encanta os teóricos da conspiração de plantão é bem criativo. E não tem nada a ver com doenças ou catástrofes. Pelo menos não da forma como conhecemos.
Para alguns especialistas, o declínio da humanidade e seu posterior fim se dará por meio do que está sendo chamado de Praga Cinza. E, apesar de remeter a doença, esse tipo de problema tem 100% a ver com nossa tecnologia.
Essa possibilidade de apocalipse é baseada na teoria de que um nanorrobô comece a se autorreplicar sem nenhum tipo de controle. Isso faria com que toda a matéria da Terra fosse consumida e o espaço, consequentemente, também.
E, apesar de essa ser uma tecnologia nova, o temor sobre esse tipo de desenvolvimento desenfreado é antigo. Data, especificamente, de 1986, quando foi lançado livro do engenheiro K. Eric Drexler sobre nanotecnologia.
Na obra, ele afirma que caso esse tipo de robô passe a se reproduzir de maneira desenfreada, em mil segundos todos os existentes já estariam duplicados. Ou seja, em menos de dois dias — sim!! — a massa desses robôs já seria maior que a da Terra. Assustador, não?
Fonte: Yahoo
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