Eduardo Cunha (PMDB), que é evangélico da Assembleia de Deus.
A Câmara dos Deputados aprovou, em maio, uma forma de aprofundar a isenção tributária a igrejas. O benefício foi aprovado na surdina, incluso no texto de uma medida provisória que não tinha nada a ver com o assunto.
Como explica a reportagem da Folha de S.Paulo, a isenção foi incorporada no texto da MP 668, que tratava de impostos sobre produtos importados, por intermédio do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), que é evangélico da Assembleia de Deus.
A medida livra profissionais da fé de cobranças de impostos sobre “comissões” que os líderes religiosos ganham por bater metas de dízimos ou arrebanhar novos fiéis.
Nas igrejas evangélicas neopentecostais, como a Universal do Reino de Deus, do bispo Edir Macedo, e a Igreja Internacional da Graça de Deus, do missionário R.R. Soares, o pagamento de comissões que chegam a R$ 100 mil é comum.
Segundo a Folha, o pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, e Robson Rodovalho, da Sara Nossa Terra, também participaram da articulação para incluir o artigo na MP 668 com o vice-presidente Michel Temer (PMDB).
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