Fernanda Mesquita Serva (Foto: Leonardo Moreno)
Aproximadamente 70% dos funcionários da Universidade de Marília (Unimar) e do Hospital Beneficente Unimar (HBU) são mulheres.
O percentual é praticamente o mesmo entre os matriculados na instituição – quase 68% são do sexo feminino.
Isso mostra, de acordo com a pró-reitora de ação comunitária da Unimar, que as coisas estão mudando, e o Dia Internacional da Mulher é uma data para se comemorar, apesar do machismo ainda implicar em graves consequências.
“Não é porque uma parcela das mulheres não sofre com o preconceito, que isso é uma regra. Porque a regra não é essa, ainda predomina o machismo em todos os níveis”, comentou.
As ocorrências de diversos casos de feminicídio, inclusive na região, seria um importante indicador sobre o tema.
Fernanda acredita que o dia 8 de março é uma oportunidade de se posicionar e dar ainda mais voz para denunciar o que precisa ser mudado.
“As mulheres estão se dando oportunidade, estão se valorizando e tudo isso com muita luta. A universidade tem um papel muito importante nesse empoderamento para que possamos ser valorizadas de verdade”, afirma a gestora.
Márcia Mesquita Serva (Foto: Will Rocha)
HBU
A superintendente do HBU, Márcia Mesquita Serva, irmã de Fernanda, também falou com o MN sobre o papel da mulher no hospital e as mudanças no setor nos últimos 10 anos.
“Na área da saúde estamos atrás não só de pessoas profissionalmente capacitadas, mas também que tenham um perfil humanista de lidar com problemas, com o dia a dia”, diz ela.
A mulher acaba se encaixando melhor nesse perfil, segundo Márcia, assim como possui aptidões mais condizentes com o mercado de trabalho em transformação do que os homens, o que indica ainda mais oportunidades.
“As empresas estão precisando de profissionais dispostos a aprenderem todo dia, e vejo a mulher muito mais preparada para isso, com mais interesse, são mais dinâmicas”, completa a superintendente.
Na área da saúde, outra característica mais evidente nas mulheres, diz Márcia, a sensibilidade, é um importante atributo.
Sobre as mudanças, ela observa que há 10 anos os homens eram maioria nos cursos de medicina. Hoje, no entanto, a balança se inverteu e o índice também chega a 70% de mulheres entre os futuros médicos.
“Antes as mulheres tinham mais restrições, não podiam trabalhar no período noturno, fazer plantão. Agora não tem mais isso. As mulheres estão ficando mais independentes”, pondera Márcia.
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