Entre os entrevistados, 45% admitem que conseguem perceber preconceito nos comentários feitos por alguém do convívio, mas metade deles não reage. Quando há reação, ela costuma partir das mulheres (60%).
O Ibope aponta que esse comportamento se justifica porque, possivelmente, as mulheres são mais vítimas. A antropóloga Regina Facchini concorda e ressalta que outras pesquisas demonstram o mesmo. “As mulheres são menos intolerantes, e essa é uma tendência notada em várias pesquisas. Homens tendem a se declarar mais intolerantes.”
A farmacêutica Amanda Batalha, de 23 anos, já reagiu. Gerente em uma farmácia, ela conta ter presenciado uma funcionária comentando com outra: “Seu cabelo é ruim. Não passa nem água”. Deu uma advertência e uma suspensão na ofensora, e diz que o episódio não se repetiu. “Ela pediu desculpas e acho que se arrependeu. Espero que sim. Preconceito é doença.”
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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