RJ - ELEIÇÕES 2018/BOLSONARO/AGULHAS NEGRAS - POLÍTICA - O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, participou da cerimônia de entrega de espadins a cadetes em formatura na Academia Militar das Agulhas Negras, em Resende, no sul fluminense, na manhã deste sábado (18). Bolsonaro dividiu o palanque com autoridades do primeiro escalão do governo de Michel Temer, como o ministro da Defesa, general Joaquim Silva e Luna, o ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Sérgio Westhphalen Etchgoyen, a ministra da Advocacia-Geral da União, Grace Mendonça, e a procuradora-geral da República, Raquel Dodge. 18/08/2018 - Foto: FÁBIO MOTTA/ESTADÃO CONTEÚDO
Cartaz de ato contra Bolsonaro em Marília (Foto: Divulgação)
Um ato de mulheres contra o candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL) está sendo organizado em Marília. A previsão é que a manifestação aconteça no próximo dia 29 de setembro, mesmo dia em que diversas cidades pelo país devem receber o mesmo tipo de ação.
As organizadoras afirmam que “o ato é uma manifestação pacífica, suprapartidária e laica”. A mensagem que pretende ser passada é justamente contra a violência.
São Paulo, Ribeirão Preto, São José dos Campos, Santos, Americana Itu, Campinas, Franca e Botucatu são algumas cidades paulistas em que estão previstas manifestações do movimento “Mulheres Contra Bolsonaro”.
Em Marília a questão vem sendo discutida em um grupo de Facebook que já conta com mais de 2 mil pessoas. Local e horário, além de outras iniciativas, estão em fase de organização, de acordo com o que apurou a reportagem do Marília Notícia.
Em Marília o grupo que prepara as ações contra o candidato deve realizar encontros prévios para discutir o formato do ato. Entre as ideias e sugestões está a confecção de camisetas com mensagens políticas.
O candidato tem rejeição de parte do público feminino e apresenta histórico de polêmicas envolvendo discussões e comentários considerados machistas por alguns setores. Por outro lado, também existem grupos de mulheres que apoiam Bolsonaro nas redes sociais.
Entre aquelas que se posicionam contra o deputado federal em campanha para presidência nas redes sociais, algumas têm mudado suas fotos de perfil com mensagens de cunho político. As hashtags #elenao, #elenunca, #mulherescontraofacismo também têm ganhando força.
Frases como “sou mulher e só voto em quem me respeita” estão se firmado como slogans da onda feminina em reação ao presidenciável.
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