Os golpes foram registrados na Polícia Civil e serão investigados pelas delegacias de cada área responsável (Foto: Arquivo)
Quatro mulheres foram vítimas de golpes de estelionato – praticados por meio eletrônico – só nesta semana, em Marília.
Em um dos casos, a vítima 46 anos perdeu R$ 5.669 no golpe do falso comunicado de banco. Outra de 72 anos perdeu R$ 2.980 no falso pedido familiar de transferência por Pix. A terceira de 65 anos perdeu R$ 800 na falsa venda de produtos pelo Instagram. A quarta de 64 anos ficou sem R$ 780 em outro falso pedido de familiar pelo WhatsApp.
À Polícia Civil, a mulher de 46 anos conta que recebeu um texto que aparentava ser de uma instituição financeira, com a informação de que havia sido agendada uma transferência para quinta-feira (7), no valor de R$ 1.900. Caso a vítima não tivesse agendado a transação, tinha que entrar em contato com o banco por meio de um número 0800 indicado na mensagem.
Acreditando no texto – uma vez que possui conta no banco indicado -, a mulher realizou algumas funções passadas pelo serviço telefônico, inclusive fornecimento de senha. Depois disso foram efetuadas transações em seu nome no valor de R$ 5.669.
A segunda vítima relata que na terça-feira (5) uma pessoa se identificou por meio do WhatsApp como sendo sua filha. Através de um número desconhecido, o golpista pediu para que a mulher realizasse uma transferência por Pix de R$ 2.980. Ela transferiu o valor para um CPF e nome desconhecidos, do banco de Minas Gerais Sociedade Anônima. Só depois descobriu que se tratava de um golpe.
A mulher de 65 anos diz que na terça viu um anúncio no Instagram de alguém que imaginava ser sua amiga, que vendia um micro-ondas e um televisor. Ela fez a transferência por Pix para um nome diferente, de R$ 800. Só depois, ao conversar com conhecidos, descobriu que era fraude.
Também na terça, a última vítima recebeu uma mensagem por WhatsApp imaginando estar conversando o filho, que teria pedido para fazer uma transferência para terceiros. Ela efetuou o depósito de R$ 780 para uma conta na Caixa Econômica Federal e descobriu o golpe.
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