A família de Andreia Arle da Silva de 51 anos, que morreu na noite do último dia 13 em Marília, acusa o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de demora no atendimento.
A informação é de que Andreia foi vítima de um Acidente Vascular Cerebral (AVC) dentro da própria casa no bairro Bassan, zona oeste de Marília.
Segundo a família, o primeiro chamado da ambulância ocorreu às 18h50, via 192. Após outras ligações, a viatura do Samu teria chegado ao local por volta das 19h30. Andreia teria tido uma convulsão, quando ficou desacordada. Ela não resistiu e veio a óbito.
A família alega que não daria tempo de levar Andreia ao hospital por meios próprios, pois o Samu seria a melhor alternativa por contar com equipe médica socorrista especializada em convulsões.
A Santa Casa de Misericórdia de Chavantes, administradora do Samu de Marília, informa que atualmente seis viaturas atendem ao município, sendo duas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs).
“As viaturas de suporte básico são tripuladas por um condutor de emergência (socorrista) e um técnico de enfermagem. Já as UTIs são operadas por um condutor de emergência (socorrista), um enfermeiro e um médico”, afirma ao Marília Notícia.
A assessoria da instituição pontua que “no caso específico mencionado, inicialmente foi encaminhada uma viatura de suporte básico e, posteriormente, uma UTI, conforme o protocolo de regulação médica. Este protocolo teve como base o acolhimento de informações entre o parente da paciente e o médico regulador, profissional que avalia tecnicamente a gravidade das condições clínicas por intermédio das informações recebidas por telefone”, relata.
O corpo de Andreia foi sepultado no dia 14, no Cemitério da Saudade. O falecimento gerou forte comoção e revolta entre familiares, que entenderam que o Samu demorou para chegar até a residência da vítima.
O serviço estaria com a frota comprometida, conforme denúncias recebidas pelo Marília Notícia. A Santa Casa de Chavantes, por sua vez, nega as supostas irregularidades.
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