Uma agente pública foi afastada provisoriamente de suas funções, após pedido da Promotoria de Justiça no âmbito de um processo que apura irregularidades na contratação de serviços para atendimento a leitos de UTI para pacientes com Covid-19 em Bastos (distante 96 quilômetros de Marília).
Outros investigados tiveram bens bloqueados. A decisão ocorreu após busca e apreensão de documentos, de telefone celular e também de quebra de sigilo bancário.
Segundo informações preliminares apuradas em inquérito civil, órgão público estaria realizando pagamentos a empresas que não teriam efetivamente prestado os respectivos serviços.
Haveria indícios de que o suposto esquema fraudulento acarreta dano ao erário e enriquecimento ilícito às pessoas envolvidas.
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