O Ministério Público de Assis (distante 75 quilômetros de Marília) instaurou inquérito para apurar supostas irregularidades na fila da vacinação contra a Covid-19, voltada aos profissionais de segurança, que ocorreu no 32º Batalhão da Polícia Militar.
Dois oficiais foram afastados de suas funções após sindicância ser aberta para investigar a denúncia de que esposas de PMs teriam recebido a vacina.
A Promotoria solicitou dados complementares. A PM tem 15 dias para repassar as informações. O inquérito foi aberto em 29 de abril para apurar se houve irregularidades e quem foram os responsáveis.
Ao Marília Notícia, o MP informa que aguarda o prazo para manifestação dos representados.
A Polícia Militar diz que prestou todas as informações solicitadas, que as apurações prosseguem e a instituição aguarda novas informações do órgão.
“A Polícia Militar não compactua com quaisquer desvios de conduta e todas as irregularidades que
surgirem serão julgadas dentro do devido processo legal”, conclui em nota ao MN.
Vítima foi encontrada em residência na zona norte; circunstâncias do crime ainda são apuradas.
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