Motoristas de ônibus de São Paulo decidiram paralisar as atividades a partir de quarta-feira (3) na capital paulista. A decisão foi tomada nesta sexta-feira (28), durante assembleia realizada na sede do Sindimotoristas, o sindicato da categoria.
Em uma série de discursos de sindicalistas, a defesa pela paralisação foi unânime.
No último dia 6, os motoristas haviam rejeitado paralisação, quando uma mesa técnica instalada no TCM (Tribunal de Contas do Município) continuaria as negociações entre empresas e funcionários. A categoria reivindica aumento salarial e outros benefícios trabalhistas.
A suspensão anterior foi intermediado pela Justiça do Trabalho e pelo presidente da Câmara Municipal, vereador Milton Leite (União Brasil).
O SindMotoristas informou na época que “no período das negociações permaneceria em estado de greve para realização de ações de mobilização junto à categoria,
A indicação de que a categoria poderia cruzar os braços ocorreu no último dia 3, diante de um impasse nas negociações de reajustes dos salários e benefícios trabalhistas. Representantes dos trabalhadores e das dez empresas que operam o serviço na capital discutem essas questões desde o ano passado.
Os empregados pedem reajuste de 3,69% pelo IPCA (inflação oficial), mais 5% de aumento real e reposição das perdas salariais na pandemia na ordem de 2,46%, índice calculado com base em dados do Dieese.
Existem outros pontos na pauta dos trabalhadores, com destaque para reclamações quanto ao aumento da jornada, que passou de seis horas meia para oito horas efetivamente trabalhadas por dia, de acordo com o sindicato.
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POR FÁBIO PESCARINI
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