O ex-atacante Salvatore Totò Schillaci morreu nesta quarta (18) aos 59 anos, vítima de um câncer de cólon. Ele foi a estrela improvável da Itália na Copa do Mundo de 1990. Schillaci jogava na segunda divisão italiana um ano antes de ser convocado para a Copa sediada em seu país.
Schillaci foi revelado pelo Messina e atuou pelo profissional do clube por sete temporadas. Era o grande destaque do time e chamou a atenção da Juventus, que o contratou para a temporada de 1989/1990.
O atacante se credenciou para o torneio mundial pelo início fulminante na Juventus. Fez 15 gols nos primeiros 30 jogos, tendo participação decisiva nos títulos da Copa da Itália e da Copa da Uefa daquela temporada.
Começou a Copa na reserva, mas já foi decisivo logo no primeiro jogo. A Itália ia empatando na estreia com a Áustria até que o centroavante entrou, na reta final, para marcar o único gol da partida.
Seguiu no banco no segundo compromisso, contra os EUA, e assumiu uma vaga entre os titulares no terceiro e último duelo da fase de grupos, contra a Tchecoslováquia. Virou o talismã da seleção e ganhou o apelido de “Artilheiro das Noites Mágicas”, fazendo os italianos sonharem.
Ele balançou a rede em todos os jogos seguintes, mas não conseguiu evitar a eliminação na semifinal para a Argentina. Foi dele o gol no empate por 1 a 1 no tempo regulamentar, só que os italianos não se classificaram à final pela decisão por pênaltis.
Terminou como maior goleador, com seis gols, e foi eleito craque do campeonato mesmo com a Itália ficando em terceiro. Marcou um gol e deu uma assistência na vitória por 2 a 1 contra a Inglaterra, na disputa por uma vaga no pódio com Roberto Baggio o entregando a bola para cobrar o pênalti que decidiu a partida.
Sua atuação na Copa fez com que ficasse em segundo no ranking da Bola de Ouro, atrás apenas do alemão e campeão mundial Lothar Matthaus.
DEPOIS DOS HOLOFOTES
O brilho na Copa foi momento único na carreira de Schillaci – ele só voltou a marcar pela seleção uma vez após o torneio. Assim, terminou sua carreira com a Itália com sete gols em 16 jogos, sendo seis deles na edição de 1990.
Ele não voltou a repetir a fase goleadora e encerrou a carreira em 1997. Ficou mais um ano na Juventus antes de se transferir para a Inter de Milão. Passou as últimas quatro temporadas no futebol japonês até pendurar as chuteiras.
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