O ex-juiz e ex-ministro Sérgio Moro (União Brasil), que disputa uma vaga no Senado pelo Estado do Paraná, está de olho na entrevista do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta quinta-feira, 25, no Jornal Nacional, da TV Globo.
“Espero que Lula seja perguntado com firmeza no @jornalnacional sobre Mensalão, Petrolão, triplex e Atibaia. Se precisarem de ajuda, sou voluntário. Tenho experiência”, escreveu Moro em seu Twitter.
Desde a participação do presidente Jair Bolsonaro (PL) no JN, políticos e partidários bolsonaristas saíram às redes sociais criticando a condução do programa e comparando o comportamento dos apresentadores com Bolsonaro e com o candidato à Presidência Ciro Gomes (PDT), que participou no dia seguinte.
Os argumentos dos bolsonaristas são de que o presidente teve menos tempo para falar, se comparado ao tempo que Ciro falou. O ministro das Comunicações Fábio Faria criticou a postura de William Bonner e afirmou que, mesmo durante a entrevista de Ciro Gomes, o apresentador deu um jeito de atacar o governo. “Parece que Bonner esqueceu a arrogância e o deboche, mas não esqueceu o Bolsonaro. Até nas perguntas ‘amistosas’ pro Ciro Gomes, ele aproveita para fazer propaganda negativa e falar inverdades do governo Bolsonaro sobre o auxílio”, escreveu o ministro em seu Twitter na noite de terça-feira (23).
O tuíte do ex-juiz Moro despertou elogios e críticas de seus seguidores e recebeu mais de 9 mil comentários.
Lula concede entrevista ao Jornal Nacional nesta quinta-feira a partir das 20h30. O candidato é o terceiro da série de entrevistas, que recebe os principais presidenciáveis ao longo da semana, marcada ainda pelo início da propaganda eleitoral no rádio e na TV, dia 26. Já no domingo, 28, os eleitores poderão acompanhar o primeiro debate entre os principais concorrentes ao Palácio do Planalto.
Para cientistas políticos ouvidos pelo Estadão, Lula tem a oportunidade de resgatar a memória de seu antigo governo como um contraponto à gestão do presidente Bolsonaro e, caso consiga se afastar de temas polêmicos que envolvem gestões petistas como a corrupção, poderá também atrair um eleitorado que ainda mantém seu voto ligado a Ciro Gomes ou a Simone Tebet (MDB).
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