Marília

Moradores reclamam de ônibus em regiões afastadas

Transporte público é considerado péssimo nas regiões mais distantes do centro de Marília.

Moradores de regiões afastadas do eixo central de Marília, como o Jardim Sasazaki, Vida Nova Maracá e o distrito de Padre Nóbrega, reclamam do transporte público para essas áreas. Pouca frequência e superlotação estão entre as queixas.

Pessoas que vivem no Jardim Sasazaki pedem mais linhas no bairro e dizem que, normalmente, no começo e no fim do dia os ônibus ficam muito cheios. Maria Karoliny é uma dessas moradoras.

“Não temos transporte específico e temos que se virar com demais linhas, porém, quando chegam no nosso bairro está superlotado”, fala. De acordo com ela, os motoristas ficam com a visibilidade comprometida dentro do veículo, devido ao tanto de passageiros.

“Os motoristas têm que perguntar se podem passar em cruzamentos pois não conseguem ver, passam direto e não nos deixam no ponto enquanto precisamos trabalhar, é um descaso total”, fala Maria.

Em mensagem no grupo de Whatsapp do Marília Notícia, outra pessoa, identificada como Lessa Tomaz, pergunta se alguém que mora no Maracá ou em Padre Nóbrega está com problemas com ônibus. “Porque minha filha está com problema de horário para ir para escola e preciso de ajuda para resolver”.

Na quinta-feira (9) a informação era de que passageiros foram deixados para trás nessas regiões. “Meu marido também está com esse problema. Para ir trabalhar na Coca-Cola ele chega em cima da hora”, comentou uma mulher que vive na região.

Uma estudante ouvida pela reportagem do MN, que mora em Nóbrega, também reclamou. “Nóbrega está sem condições. Pego o ônibus todo dia 5h45 e está abarrotado de gente”, reclama.

Outro lado

A Grande Marília disse que a “fiscalização de tráfego também já havia detectado o aumento de fluxo de passageiros nestes setores e já readequou o atendimento, sanando os problemas, como na linha de Nóbrega, trocando o veículo menor por um de capacidade superior”.

Leonardo Moreno

Leonardo Moreno é jornalista e atualmente cursa Ciências Sociais. Vê o jornalismo de dados como uma importante ferramenta para contar histórias, analisar a sociedade e investigar o poder público e seus agentes.

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