Devastação atinge áreas extensas no distrito (Foto: Divulgação)
“Estamos pedindo ajuda de qualquer pessoa, toda a população. Tem gente pegando água de balde no rio de Dirceu, tentando conter o fogo com abafador, onde dá. As pessoas ainda não têm a dimensão do que está acontecendo aqui”.
O relato é da comerciante Lucineia Banhara, que compartilha o desespero de sua irmã, dona de chácara em Dirceu. Equipes do Corpo de Bombeiros, moradores e voluntários trabalham para tentar conter um incêndio ininterrupto que começou na segunda-feira (5).
“Tem muita gente ajudando, para tentar cessar o fogo, mas precisamos de mais gente. Muitos animais morreram, pássaros estão perdidos, andando pela estrada. O fogo já chegou em um pesqueiro, está chegando nas casas. Se não tivermos ajuda, as casas serão destruídas”, disse.
Lucineia conta que, durante essa tarde, equipes do Corpo de Bombeiros que estavam trabalhando desde cedo no local tiveram que sair da área rural, para uma intervenção no Toffoli, na zona Sul.
A cidade ainda tem focos de incêndio no vale que fica próximo ao condomínio Dahma, onde as labaredas chegaram bem próximas a imóveis de alto padrão, na zona Leste.
Segundo a Defesa Civil de Marília, as queimadas iniciadas neste final de semana já são consideradas o maior desastre ambiental da história da cidade, desde que serviço de acompanhamento e suporte para emergências foi organizado.
(Foto: Divulgação)
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