O empresário Mateus da K2, candidato a vereador em Marília pelo Republicanos, tem como um dos pilares de sua campanha a resolução da questão social na cidade. O número de pessoas vivendo nas ruas de Marília cresceu muito desde a pandemia, reflexo grave de vulnerabilidade social no município. E, de acordo com Mateus da K2, é grande a preocupação com o aumento dessa parcela da população.
Para o empresário, a situação é crítica e exige ação imediata do Poder Público, para que as pessoas tenham o mínimo de dignidade.
“Tinha que ajudar igual antigamente na Fumares, quando se pegava a pessoa, dava banho, fazia a barba, cortava o cabelo e até ensinava a plantar. Tinham aulas e recebiam até mesmo a palavra de Deus. Isso tem jeito de a gente conseguir com as igrejas. Tem muitas delas querendo ajudar e recuperar as pessoas”, afirma o candidato.
O empresário defende a criação de um sistema de assistência social mais abrangente, que ofereça não apenas abrigo, mas também cuidados básicos de higiene, alimentação e saúde mental.
“Tinha que ter uma Kombi ou outro veículo para recolher essa gente, levar para o abrigo. Tem vez que ele [o morador em situação de rua] está tão ruim, que não sabe o que fazer. A gente é que tem que falar. Não podemos abandonar essas pessoas. Isso é desumano”, relata Mateus da K2.
Além disso, o candidato defende a importância da reinserção social e profissional como parte crucial da solução.
“Precisamos arrumar emprego para essas pessoas. A Prefeitura podia fazer algo parecido com o que é feito com os reeducandos. O que não pode é jogar esse pessoal igual lixo nas ruas. Isso é prova que a cidade está um desmando”, destaca o candidato.
Outra preocupação é que, para o empresário, a condição destas pessoas em situação de rua acaba sendo um incentivo, um mau exemplo, para crianças e adolescentes agirem dessa forma. “Elas veem as pessoas usando drogas lícitas e ilícitas de forma explícita e acham que isso é normal. Um grande exemplo de vista grossa do Poder Público é a ‘Cracolândia’ em São Paulo. As pessoas normalizaram aquela condição desumana vivida por aqueles jovens e adultos dependentes de drogas. Isso é desumano e não podemos aceitar em lugar nenhum e, principalmente, na nossa cidade”, conclui Mateus da K2.
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