A privatização da telefonia brasileira completa 25 anos no próximo dia 29 de julho. O processo deu início às diversas mudanças, entre elas a popularização ao acesso do telefone fixo.
Mas o uso do aparelho, que já foi artigo de luxo, é cada vez menor duas décadas e meia depois. Em Marília, os números da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) apontam uma redução de 27% desde 2021.
De acordo com o relatório da agência, em maio de 2021 haviam quase 33 mil acessos à rede fixa, enquanto no mesmo mês deste ano o número é de pouco mais de 24 mil. Comparando ao período entre as datas, houve uma queda progressiva que superou os 12% ao ano.
Se nas residências a utilização do telefone fixo está em queda livre, no comércio e na indústria a linha tradicional continua praticamente estável. Em 2021, os setores somavam 20.593 acessos, ganhando volume no ano seguinte e chegando a 21.189. Já neste ano, a utilização baixou para 19.407.
O relatório ainda quantifica que o maior número de usuários da rede fixa foi registrado em 2013, com 88.443 acessos.
Também aponta para a melhoria na tecnologia da fiação. Em 2022, a rede de fibra óptica no uso do telefone fixo passou a ser maior que o uso do cabo coaxial.
O mercado local da telefonia fixa é dividido por três empresas. A Claro é a líder com 53%, a frente da Vivo com 39% e Life com 7%.
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