Daniel Tavares é de Marília
Depois do título mundial, o ouro. O mariliense Daniel Tavares, de 20 anos, mostrou por que domina os 400m T12 (para deficientes intelectuais) e garantiu a medalha de ouro na prova, baixando o recorde mundial, que já pertencia a ele, de 47s78 para 47s22.
O venezuelano Luis Arturo Paiva chegou em segundo lugar. Gracelino Tavares Barbosa, de Cabo Verde, completou o pódio.
No Mundial de Atletismo Paralímpico do ano passado, em Doha, no Catar, Daniel fechou a distância em 48s27, tempo suficiente para ficar com o título.
No Rio de Janeiro, venceu com sobra: o mariliense tomou a frente nos primeiros metros e não deu chance para que os adversários ameaçassem sua liderança.
Tanto é que ele se permitiu começar a comemoração antes mesmo de cruzar a linha de chegada, tamanha distância que impôs para cima do segundo colocado.
Daniel, que é atleta da Amei (Associação Mariliense de Esportes Inclusivos), está no atletismo desde 2013: depois de começar no futebol, o atleta migrou para as pistas e despontou como nome a ser batido na prova em que os atletas dão uma volta completa na pista de corrida.
A deficiência intelectual foi constatada durante o tempo de escola, quando Daniel começou a apresentar dificuldade de aprendizado.
Esta é a terceira medalha de ouro do Brasil nos Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro. O Brasil agora contabiliza cinco medalhas, sendo três ouros, uma prata e um bronze.
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