Conjunto Habitacional foi condenado pela Defesa Civil (Foto: Arquivo/Marília Notícia)
A Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) anunciou que Marília faz parte de um Programa de Parcerias de Investimentos de São Paulo (PPI-SP) para implementar ações em áreas públicas invadidas. Outras 22 cidades também compõem a iniciativa.
A CDHU aguarda a contratação de estudos, que avaliarão a viabilidade técnica, financeira e ambiental dos empreendimentos.
Além de Marília, serão atendidas as cidades de Arujá, Bertioga, Caieiras, Cajamar, Campinas, Caraguatatuba, Cotia, Diadema, Embu das Artes, Ferraz de Vasconcelos, Francisco Morato, Guarujá, Guarulhos, Hortolândia, Itapevi, Itaquaquecetuba, Mogi das Cruzes, Osasco, Santo André, São Bernardo do Campo, São Paulo e São Vicente.
Marília conta com ocupações irregulares em apartamentos do Conjunto Habitacional Paulo Lúcio Nogueira, na rua Mário Bataiola, zona Sul, bem como em uma comunidade no Parque das Vivendas na zona Oeste da cidade.
Ainda haverá dez projetos para revitalização e desenvolvimento urbano, com a construção de 50 mil unidades habitacionais já aprovadas e com perspectiva de beneficiar 175 mil pessoas na área central e nas regiões de Tiquatira, Itaquera e Guaianases e Lajeado, todos na cidade de São Paulo; na Fazenda Albor, que engloba Arujá, Guarulhos e Itaquaquecetuba; Parque Cecap, em Guarulhos; Bragança Paulista; Campinas, Sumaré e Hortolândia; e Guarujá.
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