Marília já registrou mais de 200 acidentes provocados por escorpiões neste ano. A informação consta no informe semanal dos agravos de notificação compulsória da Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal da Saúde, referente à semana epidemiológica 43, encerrada no dia 25 de outubro.
Segundo o boletim, foram notificadas 223 ocorrências envolvendo escorpiões, além de 37 casos com aranhas, 32 com outros animais peçonhentos e quatro com cobras. Não há registro de mortes em decorrência desses incidentes.
No mesmo período, a Vigilância Epidemiológica notificou 18 óbitos por outras causas: seis por tuberculose, cinco por acidentes de trabalho, quatro por Covid-19, duas por intoxicação e uma por meningite.
Controle pela Zoonoses
Diante do aumento das ocorrências com escorpiões, a Secretaria da Saúde informou, em resposta a requerimento do vereador Élio Ajeka (PP), que mantém ações contínuas de vigilância e controle por meio da Divisão de Zoonoses.
Segundo a secretária municipal da Saúde, Paloma Aparecida Libanio Nunes, as medidas seguem as diretrizes do Ministério da Saúde. “Todas as nossas ações seguem as diretrizes técnicas, priorizando a vigilância ambiental, a educação em saúde e o manejo adequado do ambiente”, afirmou.
A titular da pasta destacou que o uso de produtos químicos ainda está em estudo e que não há comprovação científica de eficácia. As equipes da Vigilância Ambiental atuam principalmente no atendimento a chamados da população, com orientações sobre limpeza e eliminação de criadouros, visitas domiciliares, ações noturnas de captura em locais públicos e fiscalização de áreas de risco.
Ações preventivas
Também são realizadas campanhas educativas em escolas, unidades de saúde e eventos municipais, com o objetivo de orientar a população sobre prevenção e condutas em caso de acidente.
A secretaria informou que, para 2026, está prevista a ampliação das atividades de educação em saúde nas regiões com maior número de registros em 2025, além de novas parcerias com os setores de limpeza urbana e meio ambiente.
Paloma reforçou o compromisso da Vigilância Ambiental com o atendimento rápido e a prevenção.
“Nossos técnicos estão preparados para agir em situações de risco, garantindo a segurança da população”, afirmou.
O que fazer em caso de picada de escorpião
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