O último o Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) feito em Marília, em outubro, revelou a média de 2,1 pontos com água parada em cada imóvel vistoriado pelas equipes da Prefeitura.
Foram vistoriados 2.715 mil imóveis e encontrados 5.894 recipientes com o líquido, cada um deles propício para a reprodução do mosquito. Já os pontos com a larva propriamente dita foram 65 (alguns deles em mais de um imóvel).
Os dados foram consultados pela reportagem do Marília Notícia diretamente no banco de dados da Superintendência de Controle de Endemias (Sucen).
O levantamento, como o site mostrou em primeira mão no começo do mês, coloca a cidade novamente em “situação de alerta” sobre a possibilidade de novo surto de dengue.
Isso porque em 1,2% dos imóveis vistoriados foram encontradas larvas do transmissor da dengue, chikungunya e zika.
Segundo a classificação dos recipientes com água parada em Marília no mês passado, os chamados “móveis” foram os mais frequentes, com 2.398 unidades encontradas. São eles vasos de plantas, garrafa pet, potes plásticos, entre outros.
Em seguida aparecem os recipientes “fixos” – como calhas, lajes, piscinas – com 2.107 unidades com água parada. No caso dos recipientes passíveis de remoção – toldos, entulhos, sucatas – foram 1.167.
Em relação aos “depósitos elevados” foram 86 pontos de água parada, além de 84 pneus e ainda 47 recipientes “naturais”, como plantas, ocos de árvore, bambu por exemplo.
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