Marília registrou um caso de Leishmaniose esta semana. A vítima é um jovem que deu entrada no Hospital das Clínicas na última quarta-feira (17). Ele recebeu o diagnóstico de Leishmaniose Visceral Americana.
A transmissão é feita pelo mosquito-palha ou birigui, que, ao picar, introduz na circulação do hospedeiro o protozoário Leishmania chagasi. Nos centros urbanos a transmissão se torna potencialmente perigosa por causa do grande número de cachorros, que adquirem a infecção e desenvolvem um quadro clínico semelhante ao do homem.
A doença não é contagiosa nem se transmite diretamente de uma pessoa para outra, nem de um animal para outro, nem dos animais para as pessoas. A transmissão do parasita ocorre apenas através da picada do mosquito fêmea infectado.
Na maioria dos casos, o período de incubação é de 2 a 4 meses, mas pode variar de 10 dias a 24 meses.
Os principais sintomas da leishmaniose visceral são febre intermitente com semanas de duração, fraqueza, perda de apetite, emagrecimento, anemia, palidez, aumento do baço e do fígado, comprometimento da medula óssea, problemas respiratórios, diarreia, sangramentos na boca e nos intestinos.
O rapaz está em em isolamento no HC, mas seu quadro é estável. A reportagem tentou contato com a Secretaria da Saúde mas ainda não conseguiu resposta.
Com informações do Jornal da Manhã
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