Marília já registrou, nesse ano, 17 casos confirmados de meningite. A doença fez mais vítimas do que em 2019 – na mesma época do ano – quando haviam sido computados 15 diagnósticos positivos.
Uma das vítimas recentes foi o estudante Miguel Lustosa Galvão, de 12 anos, que morreu em abril. Ele foi internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Santa Casa após passar por atendimento com fortes dores nas pernas e na coluna. O diagnóstico foi meningite bacteriana.
Segundo relatório da Vigilância Epidemiológica de Marília, a doença fez vítimas em 14 bairros da cidade. Não foi especificado – no boletim divulgado – quantos casos foram confirmados por bactéria ou vírus.
Bacteriana
É o tipo mais grave e ocorre quando os microrganismos entram na corrente sanguínea e migram para o cérebro. Pode ocorrer após infecção no ouvido, fratura ou cirurgia. Mais de uma bactéria pode ser causadora da doença.
A meningite bacteriana ocorre mais comumente no outono e no inverno. É transmitida por meio de vias respiratórias, gotículas e secreções do nariz e garganta. Também existem formas não-contagiosas da doença.
Viral
Já a meningite viral – forma mais comum e menos perigosa da doença – tem contaminação por meio de alimentos, água e objetos com a presença do vírus.
Também é transmitida por meio do ar e de secreções do nariz e da boca. É mais comum na primavera e no verão.
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