O município de Marília acaba de receber as primeiras 3.000 Estações
Disseminadoras de Larvicidas (EDLs), que são a nova estratégia nacional de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue e outras doenças, utilizando a fêmea do mosquito como aliada na dispersão de veneno.
A informação foi confirmada pelo prefeito Vinicius Camarinha (PSDB) nesta sexta-feira (7). “Essa primeira entrega da Fiocruz/Amazônia contemplou Marília com 3.000 EDLs, que serão importante para intensificarmos ainda mais o combate à dengue em nossa cidade e vamos distribuir as estações nas áreas de maior concentração de casos, como na zona Sul e áreas do Parque das Nações, Santa Antonieta 2 e Liliana”, disse o prefeito.
O chefe do Executivo vai instalar a primeira EDL já neste sábado (8), às 10h30, na casa de um morador da zona sul da cidade.
A secretária municipal de Saúde, Paloma Libanio, afirmou que a administração não está medindo esforços para combater a dengue no município.
“Desde o início da gestão, a Prefeitura está fazendo a sua parte e intensificando o combate à dengue. Estamos em andamento com a Operação Cata-Treco, fazendo as nebulizações nas regiões em que há maior incidência de casos e agora instalaremos também essas EDLs. E na segunda-feira, dia 10, abriremos três polos de atendimento às pessoas que tenham algum sintoma de dengue, inclusive com o polo da região central, na sede da APCD (Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas), funcionando 24 horas”, enfatizou Paloma Libanio.
COMO FUNCIONA UMA EDL
A Estação Disseminadora de Larvicida funciona da seguinte forma: o mosquito fêmea de Aedes aegypti procura um local para colocar seus ovos; ele pousa na EDL e se impregna de larvicida no contato com suas patas e parte do corpo; o mosquito procura outros criadouros para colocar mais ovos; e ele pousa em outros criadouros e contamina com o larvicida que está em seu corpo outros criadouros, matando as formas imaturas do inseto.
Essas estações são instrumentos que facilitam a disseminação de larvicida pelos próprios mosquitos, entre locais tratados com o larvicida e criadouros não tratados. Trata-se de um pote plástico com água para atrair o Aedes aegypti, recoberto com tecido preto umedecido, no qual é impregnado um larvicida em pó muito fino.
Quando um mosquito adulto pousa na superfície da EDL, partículas do larvicida se aderem às pernas e o corpo do mosquito. Como as fêmeas de Aedes preferem visitar muitos criadouros para colocar uns poucos ovos em cada um, elas disseminam o larvicida para esses criadouros, que viram armadilhas letais para os mosquitos imaturos.
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