Marília pode ficar sem o serviço de nebulização contra o Aedes Aegpty dentro de uma semana por falta de inseticida.
A reportagem do Marília Notícia apurou a informação junto a fontes da Superintendência de Controle de Endemias (Sucen), responsável por repassar o produto ao município e empresa contratada para nebulização.
O problema acontece em todo o país e cidades como Bauru e São José do Rio Preto já tiveram anunciada suspensão desse tipo de serviço por conta da falta.
O Ministério da Saúde é responsável por comprar o inseticida. Fontes do setor afirmam que a entrega do insumo pode demorar até um mês para chegar ao município.
Ao Jornal da Cidade, de Bauru, o Governo Federal informou que “passa hoje por um desabastecimento momentâneo do produto, em decorrência de problemas na formulação pela empresa produtora, que causou vazamento de embalagens, além da sedimentação do produto que o inviabiliza par uso”.
“A Bayer, empresa produtora, foi informada dos problemas e recolheu 105 mil litros do inseticida, para testes e ensaios de qualidade. A previsão que é que a empresa entregue, no mês de maio, o quantitativo recolhido”, aponta o Ministério da Saúde
A nota oficial informa também que apenas neste ano o Estado de São Paulo recebeu 50 mil litros do inseticida.
Segundo o último boletim epidemiológico, Marília encontra-se com 390 casos confirmados, sendo 378 autóctones (munícipes de Marília) e 21 casos importados. A nebulização costuma ser feita próximo de locais com casos confirmados.
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