Marília

Cidade não tem previsão, nem impasse para receber Pfizer

Marília não tem previsão para receber vacinas da Pfizer/BioNTech contra a Covid-19. Também não há impedimento, em função das condições de armazenamento. O secretário municipal da Saúde, Cássio Luiz Pinto Júnior, disse que a cidade não foi informada sobre nenhum cronograma que contemple os moradores.

O imunizante começou a chegar ao Brasil em volume mais expressivo nesta semana. O Ministério da Saúde recebeu três carregamentos, entre terça (1º) e quinta-feira (3). Foram dois voos com 936 mil doses e um terceiro com 527 mil, que aterrissaram no Aeroporto de Viracopos, em Campinas.

O órgão federal é responsável pela distribuição e armazenamento dos insumos no Centro de Logística em Guarulhos. Vários Estados, como Minas Gerais, Santa Catarina e Tocantins já receberam vacinas das novas remessas, inclusive com redistribuição ao Interior.

Em São Paulo a situação é diferente. A interiorização ainda não começou. O motivo alegado pelo Ministério seria o feriado de Corpus Christi, celebrado na última quinta (3). O governador João Doria (PSDB) usou sua conta no twitter para reclamar do Governo Federal.ARMAZENAMENTO

Marília não tem impedimento técnico para receber vacinas da farmacêutica norte-americana. No dia 28 de maio, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou que o produto da Pfizer/BioNTech fique mais tempo nas salas de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS).

Estudos realizados pelo fabricante apontaram que o produto pode ficar até 31 dias refrigerado entre 2ºC e 8°C, a faixa de temperatura mais comum na rede pública de saúde dos municípios.

Anteriormente, a orientação era de que os imunizantes da Pfizer fossem aplicados em até cinco dias, quando chegassem nas salas de vacinação. Caso contrário seria necessário o uso de ultrafreezers, com temperaturas entre -90ºC e -60ºC, para duração de até seis meses.

Segundo o Ministério da Saúde, o Centro de Logística do Ministério da Saúde, em Guarulhos, utiliza câmaras que mantêm as vacinas em temperaturas entre -20°C e -15°C.

Com a grande procura pelo imunizante e a nova deliberação, que permite a refrigeração a até 8°C, as autoridades em saúde consideram haver viabilidade para distribuição para a maioria dos municípios do interior.

Carlos Rodrigues

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