Marília

Marilienses começam a receber segunda dose da vacina contra Covid

Técnica de Enfermagem Francine Viana foi a primeira a ser vacinada em Marília (Foto: Divulgação/Governo do Estado de SP)

Nesta sexta-feira (12), dia em que a enfermeira Mônica Calazans, primeira brasileira a ser vacinada contra a Covid-19, recebeu sua segunda dose de proteção na capital do Estado, em Marília profissionais de saúde da ‘linha de frente’ também ampliaram a esperança de continuar salvando vidas, reduzindo os próprios riscos.

Segundo dados da Secretaria Municipal da Saúde, em Marília já foram aplicadas 926 doses de reforço da vacina. O produto utilizado tem que ser o mesmo usado inicialmente, no caso, a Coronavac. O intervalo é ente 14 e 28 dias depois da primeira dose recebida.

A segunda dose já foi aplicada nos profissionais mais expostos, incluindo os que trabalham nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) dos hospitais de Marília.

Também serão imunizados de forma complementar os profissionais que atendem pacientes internados com sintomas da Covid-19 em enfermarias. A vacina também chegará a quem atende outras doenças e os trabalhadores da saúde de serviços privados.

Segundo balanço da Secretaria Municipal da Saúde, até o início da noite desta sexta-feira (12) já haviam sido imunizadas 11.483 pessoas na cidade  com a primeira dose. No primeiro dia da segunda etapa, pouco mais de 8% (926 pessoas) receberam o reforço.

Com isso, considerando os estudos que levaram à aprovação da Coronavac, 100% dos vacinados estarão protegidos de sintomas moderados e graves da doença.

Uma parcela de 78% sequer sentirão sintomas leves após contato com o coronavírus. Apenas 22% dos vacinados, conforme o estudo, podem ter sintomas brandos, mesmo sendo vacinados.

Balanço

A Prefeitura de Marília informou que a cidade recebeu, entre o serviço municipal e também remessa direta ao Hospital das Clínicas, um total de 23.397 doses de imunizantes contra o coronavírus.

Destas, o HC recebeu 5.240 doses para um programa de imunização interno, ligado à iniciativa do Governo do Estado de garantir a prioridade aos hospitais universitários públicos de São Paulo. As outras 18.157 foram recebidas pela Secretaria Municipal da Saúde.

Ainda conforme a pasta, há uma reserva de 5 mil doses para segunda aplicação no município, que deve começar com os profissionais de saúde da rede básica e outros setores da assistência hospitalar.

Carlos Rodrigues

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