Marília perdeu 234 vagas de emprego no mês de março, de acordo com dados divulgados pelo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), sistema do Governo Federal que controla o número de demissões versus contratações que ocorrem no Brasil sob o regime de CLT.
É o pior resultado para o mês nos últimos dez anos (período máximo com dados disponíveis para consulta).
Os números do Ministério do Trabalho e Previdência Social revelam que no terceiro mês de 2017 foram contratadas 1.828 pessoas com carteira assinada no município e demitidos 2.071 trabalhadores formais.
No acumulado do primeiro trimestre são 161 postos de emprego formal a menos em Marília.
No entanto, a análise dos últimos 12 meses mostra um saldo positivo de 345 contratações a mais do que demissões.
Primeiro trimestre
A análise de dados do primeiro trimestre do ano em Marília mostra que o comércio é o principal responsável pelas demissões. Nesse segmento da economia local foram extintos 271 cargos com carteira assinada.
A construção civil aparece com 78 demissões a mais do que contratações no mesmo período e a administração pública com negativos 25 postos de trabalho.
Por outro lado, o setor de serviços gerou 197 postos de trabalhos novos, ou seja, contratações a mais do que demissões. Já a indústria de transformação aparece com criação de 19 novas vagas.
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