Marco Pigossi confessou que tinha medo de revelar sua orientação sexual publicamente. A confissão do ator de 33 anos foi durante um bate-papo no podcast Calcinha Larga, transmitido no Spotify na última quarta-feira, 5. O artista tornou público seu relacionamento com o diretor de cinema italiano Marco Calvani, 40, em novembro do ano passado.
“Sempre usufruí desse privilégio do armário, e as pessoas não sabiam. Me descobri gay muito cedo e veio uma fama muito grande para mim também. Eu era conhecido, mas tinha o peso da coisa do armário. Tinha a coisa do galã. Então, sair do armário, para mim, não era para minha mãe e para os meus amigos. Era para milhões e milhões de pessoas. Isso tomou uma proporção tão grande”, disse.
“E eu me escondi dentro desse privilégio, dentro desse armário, por muitos anos porque não tinha condição, tinha muito pânico de qualquer coisa acontecer”, declarou. “Eu nunca vou conseguir sentir o que a Erika (Hilton, deputada trans) sentiu. Cada um tem o seu processo nesse lugar… Sempre usufruí desse privilégio do armário”, destacou o ator.
Por conta dessa sua experiência de vida, Pigossi, que afirmou que “tinha essa culpa, uma dívida com a comunidade (LGBT+)”, surgiu seu novo documentário, Corpolítica, que trata das candidaturas LGBT+ nas eleições municipais do Rio de Janeiro, em 2020. A produção tem direção de Pedro Henrique França e participação da deputada federal Erika Hilton.
“O mais importante foi fazer as pazes comigo mesmo, sabe? E esse projeto está num lugar muito especial no meu coração porque durante toda a minha carreira, no alto do meu privilégio, esse privilégio que tem um homem cis, branco, classe média etc… Sempre tive no meu coração uma vontade de falar sobre isso, de colocar essa questão. Nunca tive uma referência, por exemplo”, pontuou.
O documentário estreou em Portugal, no Festival Internacional de Cinema Queer, e passará pelo Festival do Rio, que começa nesta quinta-feira, 6, e vai até 16 de outubro.
Namoro com Marco Calvani
Marco Pigossi brincou sobre o primeiro encontro com o namorado, o diretor italiano Marco Calvani. Ele ainda comentou sobre os dois terem o mesmo nome. “Quando o conheci, ele falou: ‘Me chamo Marco’. Eu falei: ‘Putz… Isso não vai dar certo, não dá’ (risos). Foi uma surpresa (a recepção positiva dos internautas), mas… É o padrão, né? São dois homens brancos, bonitos, que podem ter uma casinha… Isso a gente até aceita, né? Meu processo foi muito diferente”, falou.
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