Uma idosa e a filha têm passado os dias em uma unidade do McDonald’s no Leblon, na zona sul do Rio de Janeiro. Elas ocupam uma mesa do restaurante e carregam pelo menos três malas grandes e outras duas menores. Quando a lanchonete fecha as portas, às 5h, elas ficam na calçada e aguardam a loja abrir novamente, às 10h.
Funcionários que não quiseram se identificar disseram à reportagem que elas chegaram durante o Carnaval, em fevereiro. Desde então, passam a maior parte dos dias no restaurante. Elas pagam o que consomem, usam os banheiros e não atrapalham a circulação, dizem os funcionários. Eventualmente, vão a outros comércios do quarteirão. Aos trabalhadores mãe e filha contaram que são do Rio Grande do Sul e vivem no Rio há alguns anos.
O McDonald’s foi procurado para comentar o caso, mas não respondeu até a publicação deste texto.
Abordadas pela reportagem, mãe e filha não quiseram se identificar, mas disseram que estão no local há apenas três semanas. Contaram que desejam alugar um apartamento no Leblon, mas que ainda não encontraram o imóvel ideal, por isso passam os dias ali. Afirmaram também que não incomodam ninguém, mas que têm sido incomodadas.
O caso ganhou repercussão após reportagem da rádio CBN, e a presença da família dentro do restaurante tem despertado o interesse de consumidores e moradores. Um funcionário de um comércio vizinho ao McDonald’s, que também não quis se identificar, disse que todos os clientes que estiveram no local desde quinta (25) perguntaram sobre o caso.
Enquanto a reportagem esteve na lanchonete, durante a tarde, mãe e filha não foram abordadas, mas receberam olhares curiosos. Segundo um funcionário, a mais velha tem o hábito de responder com rispidez às interpelações.
Ainda na tarde desta sexta (26), um segurança à paisana permaneceu em frente ao restaurante e reclamava com quem parava para tirar fotografias. Uma dupla de policiais militares também ficou alguns minutos no local. Procurada, a PM afirmou que não houve reforço e que trata-se apenas de “policiamento de rotina na região”.Uma idosa e a filha têm passado os dias em uma unidade do McDonald’s no Leblon, na zona sul do Rio de Janeiro. Elas ocupam uma mesa do restaurante e carregam pelo menos três malas grandes e outras duas menores. Quando a lanchonete fecha as portas, às 5h, elas ficam na calçada e aguardam a loja abrir novamente, às 10h.
Funcionários que não quiseram se identificar disseram à reportagem que elas chegaram durante o Carnaval, em fevereiro. Desde então, passam a maior parte dos dias no restaurante. Elas pagam o que consomem, usam os banheiros e não atrapalham a circulação, dizem os funcionários. Eventualmente, vão a outros comércios do quarteirão. Aos trabalhadores mãe e filha contaram que são do Rio Grande do Sul e vivem no Rio há alguns anos.
O McDonald’s foi procurado para comentar o caso, mas não respondeu até a publicação deste texto.
Abordadas pela reportagem, mãe e filha não quiseram se identificar, mas disseram que estão no local há apenas três semanas. Contaram que desejam alugar um apartamento no Leblon, mas que ainda não encontraram o imóvel ideal, por isso passam os dias ali. Afirmaram também que não incomodam ninguém, mas que têm sido incomodadas.
O caso ganhou repercussão após reportagem da rádio CBN, e a presença da família dentro do restaurante tem despertado o interesse de consumidores e moradores. Um funcionário de um comércio vizinho ao McDonald’s, que também não quis se identificar, disse que todos os clientes que estiveram no local desde quinta (25) perguntaram sobre o caso.
Enquanto a reportagem esteve na lanchonete, durante a tarde, mãe e filha não foram abordadas, mas receberam olhares curiosos. Segundo um funcionário, a mais velha tem o hábito de responder com rispidez às interpelações.
Ainda na tarde desta sexta (26), um segurança à paisana permaneceu em frente ao restaurante e reclamava com quem parava para tirar fotografias. Uma dupla de policiais militares também ficou alguns minutos no local. Procurada, a PM afirmou que não houve reforço e que trata-se apenas de “policiamento de rotina na região”.
Por YURI EIRAS
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