A 2ª Vara Criminal de Marília negou na última sexta-feira (25) o pedido de revogação da prisão preventiva de um homem de 62 anos, acusado de estuprar a própria neta de seis anos.
A prisão do suspeito foi deflagrada no último dia 18 pela equipe da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), na zona Oeste de Marília.
A defesa do investigado tentou justificar no processo – que corre em segredo de Justiça – que não haveria motivo para a permanência da prisão, pelo acusado possuir residência própria e ter trabalho, além de assumir compromisso de comparecer a todos os atos processuais.
A decisão judicial, entretanto, destacou que existem informações sobre suposta intimidação de testemunhas, além de possibilidade de fuga, argumentando ainda que existem fortes indícios de autoria, através dos depoimentos, escuta especializada e laudo de conjunção carnal.
A DDM apurou que o crime acontecia enquanto a vítima ficava com o avô, durante o período noturno, para que a mãe pudesse estudar. O caso foi denunciado à polícia pela mãe da vítima, filha do suspeito.
No dia 7 de fevereiro, a criança contou o ocorrido para uma babá que ficava com ela durante a manhã. A funcionária, então, revelou para a mãe. A menina passou por um exame que comprovou a violência. O suspeito foi encaminhado para a cadeia de Iaras (que fica a 162 quilômetros de Marília).
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