In this Jan. 9, 2018 photo, Councilwoman Marielle Franco smiles for a photo in Cinelandia square, in Rio de Janeiro, Brazil. Franco was slain Wednesday, March 14, while returning from an event focused on empowering young black women. Her death touched a nerve in Latin America's largest nation, where more than 50 percent identify as black or mixed-race yet most politicians are white men. (AP Photo/Ellis Rua)
O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse nesta segunda-feira, 16, em entrevista à rádio CBN, que as investigações da Polícia Civil do Rio de Janeiro apontam a atuação das milícias como a provável causa da execução da vereadora Marielle Franco (PSOL). Jungmann disse que entende a urgência, mas lembrou que outros casos críticos, como o assassinato da juíza Patrícia Acioli e a morte do pedreiro Amarildo, na Rocinha, levaram mais de dois meses para serem concluídos.
“Eles estão com uma pista fechada e têm caminhado bastante. A mais provável hipótese remete o crime à atuação de milícias no Rio de Janeiro”, comentou o ministro, ressaltando o empenho da polícia em elucidar o fato. “O caso da Marielle tem 30 dias. Entendo a urgência, entendo o impacto do que aconteceu, mas lembro que o chefe da polícia civil, Rivaldo Barbosa, era amigo pessoal da Marielle. Ela fazia a ponte entre o (deputado estadual) Marcelo Freixo e as milícias”, disse.
Marielle e o motorista Anderson Gomes foram mortos na noite do dia 14 de março, na região central da capital carioca.
A vereadora era militante do movimento negro e de direitos humanos.
Durante o seu mandato no Rio, realizou denúncias de violência policial contra moradores de favelas.
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