SÃO PAULO, SP, BRASIL, 31-10-2010, 16h40: O ex-diretor de engenharia da Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A), Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, concede entrevista após votar no bairro Jardim Everest, em São Paulo (SP). Paulo Preto é acusado pelo PT de desviar R$ 4 milhões para um suposto esquema de caixa dois da campanha presidencial do político José Serra (PSDB). Ele, no entanto, nega as acusações. (Foto: Mateus Bruxel/Folhapress)
A juíza Maria Izabel do Prado, da 5ª Vara Federal Criminal de São Paulo, negou ao Ministério Público Federal (MPF) pedido de prisão preventiva do ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza, apontado como operador do PSDB.
Alvo da Operação Lava Jato, ele havia sido preso preventivamente em 6 de abril – e foi libertado pelo ministro Gilmar Mendes sexta-feira passada, dia 11. O ministro também concedeu, em outra decisão, habeas corpus para que o interrogatório de Souza que ocorreria na segunda-feira (14) fosse suspenso. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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