Polícia

Jovem morre sete meses após grave acidente e gera comoção

Giovana, cheia de vitalidade, teve destino alterado por um acidente em setembro do ano passado (Foto: Divulgação/Redes Sociais)

A morte da jovem Maria Giovana Marciano Sichciopi de 28 anos, nesta quinta-feira (24), na zona norte de Marília, levou luto à família e dezenas de amigos que acompanhavam o drama dela desde setembro do ano passado, após uma grave ocorrência de trânsito.

Acidente de moto aconteceu numa noite de domingo, nas proximidades do Terminal Urbano. Giovana morreu em casa, no bairro Palmital, após sete meses de luta pela vida. Parte desse período, Giovana esteve internada na Santa Casa de Misericórdia de Marília.

A comunicação oficial pelo Serviço de Verificação de Óbito do Hospital das Clínicas (HC) foi feita à Polícia Civil que, com a morte da jovem, irá alterar a natureza da ocorrência policial e inquérito gerado após o acidente, registrado em setembro do ano passado.

De acordo com informações apuradas pela reportagem, Giovana morreu por volta das 7h40. A família relatou que ela era considerada saudável e sem nenhuma comorbidade, até ser vítima do grave acidente.

Na ocasião, ficou internada por dois meses na Santa Casa e, durante esse período, sofreu duas paradas cardiorrespiratórias, apresentou traumatismo craniano grave e precisou ter parte da calota craniana retirada, tendo a estrutura alojada no abdômen para cirurgia de retorno.

A jovem também passou a se alimentar por sonda gástrica e foi submetida a uma traqueostomia. Desde então, ela vinha sendo acompanhada pelo programa de atendimento domiciliar “Melhor em Casa”.

Ela seguia sendo cuidada dentro das possibilidades, em uma verdadeira internação domiciliar, com suporte e empenho da família, especialmente da mãe. Nas redes sociais, amigos manifestaram a tristeza pela perda da jovem.

“Sua missão foi cumprida, minha sobrinha. Descanse nos braços do Pai”, publicou uma tia, emocionando quem acompanhou a trajetória de Giovana nos últimos meses.

Amigos recordam sua alegria de viver. “Vou sentir sua falta. Sempre chegava aqui pedindo ajuda pra arrumar uma roupa porque queria sair à noite. Uma estrela de sorriso bonito, meiga, carinhosa”, escreveu uma amiga próxima.

A despedida ocorre na sala um do Velório Municipal e o sepultamento está marcado para às 14h, no Cemitério da Saudade.

Carlos Rodrigues

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