Regional

Jovem é preso com arma em meio à guerra de quadrilhas na região

Arma, munições, entorpecentes e materiais de tráfico apreendidos (Foto: Divulgação)

A cidade de Garça (distante 34,8 quilômetros de Marília) vive um contexto de guerra de quadrilhas que disputam o tráfico de drogas, inclusive com a instalação de barricadas em algumas vias públicas. Tudo começou após uma recente tentativa de homicídio.

As informações são da Polícia Militar, que prendeu em flagrante um dos envolvidos no conflito na noite desta sexta-feira (3) sob acusação de porte de armas e tráfico de drogas.

Melquisedeque Melo Graciano, 18 anos, vulgo “Mequi”, foi indiciado uma semana após completar a maioridade.

Ele saiu recentemente da Fundação Casa e é conhecido nos meios policiais pelo envolvimento com o tráfico.

A Polícia Militar realizava patrulhamento por volta das 22h30 no bairro Labienópolis por conta das barricadas instaladas nas redondezas.

No final da rua Maria Izabel, uma das interditadas, foram avistado alguns suspeitos, que ao notarem a presença da viatura, saíram correndo.

(Foto: Divulgação)

Melquisedeque, segundo o boletim de ocorrência, teria caído ao tentar pular um muro e acabou detido. Ele estava em posse de um revólver calibre 38 com seis cartuchos intactos e um saco plástico com 20 porções de cocaína, 30 de maconha e R$ 340.

Os militares se deslocaram até a residência do indiciado, na rua Dom Pedro. O imóvel estava totalmente sem mobília e seria utilizado para embalo de entorpecentes. Ali foram apreendidas 660 gramas de maconha, 342 gramas de cocaína e 45 gramas de crack.

Também foram localizados R$ 166 em notas diversas e moedas, oito cartuchos calibre 38, três cartuchos calibre 22, um cartucho calibre 32, bem como duas balanças de precisão, um celular e ainda um caderno com anotações da contabilidade do tráfico.

Os militares encontraram aproximadamente 5 mil pinos para armazenamento de porção de drogas vazios.

Melquisedeque recebeu voz de prisão, ratificada pelo delegado plantonista, e foi trazido para a Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Marília, onde ficaria até audiência de custódia. Depois, poderia ser levado para uma unidade prisional ou autorizado a responder em liberdade.

Leonardo Moreno

Leonardo Moreno é jornalista e atualmente cursa Ciências Sociais. Vê o jornalismo de dados como uma importante ferramenta para contar histórias, analisar a sociedade e investigar o poder público e seus agentes.

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