Deputada federal mais votada da história da Câmara, a jornalista Joice Hasselmann (PSL-SP) obteve 1.078.666 votos em outubro e promete fazer um “mandato participativo”, no qual seus eleitores serão ativos. Estreante no Congresso Nacional e uma das mais próximas ao presidente eleito Jair Bolsonaro, Joice disse que vai protagonizar um reality show permanente e terá atuação transparente em favor do combate à corrupção e criminalidade.
Joice Hasselmann é a entrevistada do programa Conversa com Roseann Kennedy, da TV Brasil, que vai ao ar nesta segunda-feira (19). “Deputado não é superautoridade. Foi eleito para representar o povo, é empregado do povo”, disse. “As pessoas vão saber de tudo em lives. Eu faço prestação de contas desde o primeiro dia após a eleição.”
Dona de frases polêmicas e opiniões controvertidas, Joice Hasselmann não se intimida com as críticas. Segundo ela, é boa de “debate” e não se incomoda de ir contra a opinião vigente. Ela ressaltou que o “Brasil é um país conservador” e que tal compreensão tem de estar presente nas defesas propostas e debates colocados para a sociedade. “Sou totalmente contra o aborto.”
Fuzil
Dona de um fuzil semiautomático AR-15, que usa apenas no exterior, a deputada eleita disse que tem uma série de prioridades que pretende defender na Câmara, como a flexibilização do porte e da posse de armas, o fim do saidão e da visita íntima para condenados por crimes hediondos.
Também defendeu a aprovação do projeto Escola sem Partido, que tramita no Congresso, mas negou que haverá perseguição a professores. “Não é para perseguir professor, mas para proteger a criança, para não induzi-la”, disse. “Temos de valorizar o professor.”
Liderança
Joice Hasselmann descartou disputar a Presidência da Câmara, mas confirmou que tem intenção de concorrer para liderar seu partido, o PSL. “Ninguém é candidata de si mesma. Tem de ser um bloco partidário”, disse. “Não tenho experiência na casa, tem de ter muito cuidado. Tenho de chegar e estudar o dever de casa, estou apta a liderar o partido.”
Porém, ressaltou que é um processo que precisa “ser construído, não pode ser imposto”. “É uma construção, se assim os deputados quiserem, se assim o presidente quiser”, acrescentou.
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