“Acho que Finn foi deixado em um bom momento em que se pode apreciá-lo noutras coisas, nos jogos, na animação. Mas sinto que (os episódios) VII a IX foram bons para mim”, comentou.
Boyega acrescentou que encontrou “aliados” em pessoas com quem trabalhou durante a pandemia, como o realizador Juel Taylor e os colegas Jamie Foxx, Teyonah Parris, Viola Davis e Daniel Kaluuya, para reorientar a sua carreira: “diversidade é o meu caminho”, disse.
Não é a primeira vez que o ator assume o distanciamento da saga, experiência que chegou a descrever como “uma prisão de luxo”. Havia uma grande expectativa por parte dele, que apareceu nas imagens iniciais do trailer do primeiro filme, Star Wars: O Despertar da Força, revelado a 28 de novembro de 2014. Logo seu personagem tornou-se conhecido como “Stormtrooper negro”.
O papel, porém, acabou não ganhando o esperado destaque e, em novembro de 2020, Boyega afirmou ter tido uma “conversa honesta e transparente” sobre a representatividade na saga com Kathleen Kennedy, presidente da Lucasfilm, após ter comentado em uma entrevista que seu personagem e os de outros atores negros, como Naomi Ackie, Kelly Marie Tran e até Oscar Isaac (“um irmão da Guatemala”), tinham sido colocadas “à margem” da história. Com isso, as garantias iniciais do estúdio não foram cumpridas.
A experiência também foi marcada pelo racismo de fãs tóxicos nas redes sociais, quando o estúdio inicialmente adotou uma estratégia de silêncio.
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