A ação identificou irregularidades em 30% (19) dos 64 veículos fiscalizados. Em todos os casos os motoristas foram autuados por falta de verificação e certificação do instrumento. Os responsáveis têm o prazo de até 10 dias úteis para apresentar defesa junto ao IPEM-SP. A multa pode variar de R$ 768 a R$ 5 mil, dobrando na reincidência.
O aparelho é fundamental para a segurança nas estradas. Considerado a “caixa preta” de caminhões, ônibus e vans escolares, o tacógrafo registra informações do percurso, tais como velocidade desenvolvida pelo veículo, distância percorrida e o tempo de direção sem paradas.
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Campanha foi organizada pela empresária Márcia Tédde após identificar necessidade da instituição.
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