Não importa se você tem um negócio próprio ou trabalha para alguém. A força de vendas mais poderosa não é feita de vendedores. É feita de influenciadores. De pessoas que, além de comprarem seus produtos e serviços, promovem naturalmente o que você faz. E uma das principais formas de transformar consumidores em advogados da sua empresa, propagadores da marca e replicadores da mensagem, é trazendo-os para dentro do processo produtivo. É construir com eles, e não para eles.
Deixe-me explicar com exemplos. Você sabe o que está por trás do sucesso da camisa do Atlético-MG que faturou R$ 20 milhões em quatro dias? Justamente o fã. Foram vários uniformes desenhados por torcedores e a própria torcida escolheu o preferido. Quer identificação maior do que essa? O clube vendeu 100 mil camisas, uma a cada quatro segundos. Foi um dos maiores lançamentos de uniformes da história do futebol sul-americano, ocorrido num momento de impacto no esporte pela pandemia.
Em 2021, o Guaraná Antarctica faz 100 anos. E para comemorar, eles convidaram o público não apenas para ser sócio da marca, mas também para co-criar as estratégias do centenário da empresa. Além de construir ações de ativação, definir slogans e desenvolver promoções, os autores das melhores ideias participarão de um filme que será produzido em breve.
Há dois meses, lancei meu novo livro: Desobedeça, a sua carreira pede mais. Além da primeira edição ter esgotado ainda na pré-venda, o livro foi o mais vendido do Brasil logo na semana de lançamento. E que estratégia usamos? Fazer com o leitor, e não para o leitor. Mais de 4 mil pessoas tiveram o seu nome impresso no livro. Essa “família” tomou decisões importantes. Ela definiu, por exemplo, o preço do livro, o subtítulo da obra e se as páginas internas seriam coloridas ou preto e branco. Não fui eu ou a editora que fizemos isso. Foi o cliente.
Ao gerar no ser humano a sensação de pertencimento, o sentimento de “eu faço parte disso”, você eleva a relação com o seu público para outro patamar. Reconheça a força da sua audiência. A capacidade que ela tem de contribuir com as suas iniciativas muito além do poder de compra.
Sei que vários leitores dessa coluna se interessam por inovação e assuntos afins. Aproveite, então, toda a abundância tecnológica da atualidade, que você tanto lê por aqui, para agir de forma inteligente. Não restrinja seus clientes a meros consumidores de produtos ou validadoras de ideias. Isso é pouco. Transforme-os em verdadeiras forças comerciais do seu negócio e coloque-os na esteira de produção das suas soluções. Afinal, fazer com as pessoas é bem mais poderoso do que simplesmente fazer para elas.
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