Indústria de alimentos na zona sul da cidade; setor é considerado estratégico (Foto: Divulgação)
O decreto de calamidade pública da Prefeitura de Marília mantém serviços, segundo o prefeito Daniel Alonso (PSDB), que são necessários para o funcionamento da indústria de alimentos da cidade. Durante coletiva de apresentação do documento, o prefeito detalhou prioridades e disse que “a indústria alimentícia não pode parar”.
A indústria – em geral, de qualquer natureza – consta no artigo 3º do decreto como autorizada como atividade essencial. Na coletiva de imprensa, o chefe do Executivo deu especial ênfase à indústria de alimentos, carro chefe em Marília.
Daniel afirmou que, durante a crise, a produção de alimentos será estratégica. “Por isso que os serviços essenciais estão mantidos, assim como o agronegócio. A população precisa ter a tranquilidade de que não faltarão alimentos”, disse Daniel.
O prefeito foi questionado sobre o transporte, que deve ser o maior obstáculo para que os trabalhadores cheguem nas empresas. “Os trabalhadores precisarão se organizar para criar alternativas. As empresas podem auxiliar os funcionários. Bicicleta, carro, outras opções de transporte”, disse Daniel.
O decreto que exclui a indústria e outros serviços essenciais exige adaptações. Será preciso:
“Tivemos uma reunião com a Associação Paulista Regional dos Supermercadistas e nossa preocupação era, realmente, a aglomeração que estava ocorrendo em supermercados, que aumentaram o movimento em 30% nos últimos dias. A população não tem que preocupar, não precisa entrar em pânico. O Brasil é um dos maiores produtores de alimentos do mundo”, disse o prefeito.
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